sexta-feira, 15 de maio de 2015

O Café Literário - Primeiro Capítulo!

Olá, Jovens Leitores! Tudo certinho com todos? De início não posso deixar de explicar a razão da falta de presença desse blogueiro aqui para com vós; eu estava de férias. Férias do trabalho? Da escola? Não, férias de escrita em blog - um distúrbio trágico!
Entretanto, o que me fez reavaliar meus conceitos foi certo acontecimento que deu às caras no final de abril, e eu não podia deixar de vivê-lo sem trazer a tona para o Um Jovem Leitor
E esta magnifica razão da minha volta foi o Café Literário!


Pois o título já diz muita coisa, não diz? Ah, sim, com toda a certeza! Mas lá vai a explicação do que é/foi este evento de abril:
O Café Literário foi uma ideia criada por um grupo de leitores na cidade de Guaíba, no RS. Consiste em uma junção, um encontro de amadores de livros e escritores de gavetas. Um lugar para conhecer, para ler, escrever e ouvir. O evento em si trás diversas dinâmicas, como leituras de poesias ao ar (temos o nosso próprio palco!), desenhos livres, caça-poesias, troca de livros e desafios poéticos.
E, para participar dessa ultra ideia, há uma única exigência: basta gostar de ler! Claro que assim como você ouvirá boas palavras, você também poderá achar por lá os melhores tipos de bebida. O Café Literário é apoiado pelo Clown Café, o melhor lugar para se encontrar um cappucino, mocaccino ou seja lá qual for o seu gosto por essa bebida, a que mais combina com leitura!

O lugar para essa reunião conta com um ilustre espaço underground, repleto de formas para lhe trazer todo o tipo de inspiração.

Em fim, devo dizer que poder ver por meus próprios olhos que existem tantas pessoas no lugar onde moro que apreciam tanto a literatura quanto eu, foi e está sendo uma bela sensação. E acho que, acima de tudo, O Café Literário trás a maior importância que um escritor pode ter: uma platéia apaixonada. Quem conhece a história de C.S. Lewis e Tolkien, amigos inseparáveis de vida e de escrita, tem noção do quanto um grupo formado por autores é importante para o mundo literário. Lewis e Tolkien participaram de um, eles partilhavam suas histórias e contos uns para os outros, além de dicas e macetes. Pois vejam no que renderam essas reuniões!

A liberdade é o que conta nesse grupo de leitores. Estamos livres para ler uma poesia, um trecho de um livro. Livres para homenagear aquele autor que nos é favorito e livres para ouvir o melhor que as outras pessoas tem a partilhar.
Mas (e fico feliz em escrever isto), esse foi apenas o Primeiro Capítulo desse novo grupo. Nossa segunda reunião está marcada para o dia 26 de maio, próxima terça-feira. Então, você que é do Rio Grande do Sul, sinta-se totalmente convidado a participar do nosso Café Literário!



terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Part of Books #12: A Fantástica Fábrica de Chocolate


Como estão, Jovens Leitores? Estamos perto do Natal, a data onde todos nós leitores compulsivos esperamos do Papai Noel livros e mais livros de presente! Acredito eu que se você preparou sua cartinha ao Bom Velhinho, a maioria dos itens na lista são obras de diversos autores!

Mas enfim, o Natal ainda não chegou, o que chegou foi o novo post da coluna Part of Books! As citações de hoje não serão de outro livro se não A Fantástica Fábrica de Chocolate, de Roald Dahl.

"Tudo nessa sala é comestível. Até eu sou comestível, mas isso se chama 'canibalismo', meus queridinhos, e é visto com maus olhos na maioria das sociedades."

Quem é o indivíduo na face da Terra que nunca ouviu falar sobre Charlie e A Fantástica Fábrica de Chocolate? Se há alguém, então eu lamento muito por este ser, pois ele nunca experimentou a sensação de diversão, animação e (não podia faltar) de fome também! Tanto no livro como no filme, ver tamanhas proporções de doces e guloseimas (galera, é chocolate que não acaba mais) acaba nos remetendo a vontade insana de pular para dentro das páginas/telas em busca dessas maravilhas e correr para o abraço!

Sonhei e sonhei forte desde criança em participar daquela inscurção pela melhor fábrica do mundo. Ver cada invento, cada cantinho do lugar e cada Umpa Lumpa também. São as palavras muito bem colocadas de Roald Dahl, autor da história, que nos levam a imaginar esta realidade onde a felicidade está ao abrir de uma barra de chocolate. 

"- Não se esqueça do que aconteceu com o homem que conseguiu tudo com que sempre sonhou. - O que? - Foi feliz para sempre."

A escrita do autor não deixa de ser diretamente ligada para as crianças, porém a ironia e fantasia ali escritas na obra terminam por agradar qualquer um de qualquer idade. Irreverente (e diria também maluco) como Willy Wonka não existe. Toda criança teve sua fase de desejar comer uma barra de chocolate, mas não uma barra qualquer, mas sim uma barra de chocolate Wonka! É por Willy Wonka que o autor nos conduz pela história, isso logo depois de sermos apresentados ao pobre Charlie e sua realidade difícil.

Roald Dahl, de um certo modo, trás esperança. Nos apresenta que até a criança mais pobre pode sonhar e alcançar o que o seu coração deseja. Para aqueles que estão começando a entrar no mundo literário, A Fantástica Fábrica de Chocolate é a escolha perfeita. E se você tiver um filho, ler esta obra para ele(a) na hora de se deitar com certeza é a melhor escolha!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Dicas Literárias #5 - Como ler livros grandes

Buenas, Jovens Leitores! O que acharam desse clima natalino estar invadindo completamente o blog? Na minha opinião, é demais! Quem é que não gosta de, pertinho do Natal, fazer aquele amigo-secreto e ganhar de presente o livro tão desejado? Ponho meu nome nos Jogos Vorazes se alguém disser que não gosta!

Hoje há um outro belo assunto a ser discutido, algo que eu estava com vontade de conversar com vocês desde o início desta coluna literária. Pois, sendo todos nós leitores vorazes, não abrimos mão de uma ótima história só por causa do imenso número de páginas, correto?
Portanto, vamos a questão;
Como ler livros grandes?
Garanto que a maioria de vocês que estão lendo este post já ficaram diante de um livro grande e acabaram por desanimar-se pela exorbitância de páginas de uma só história. Você se vê pensando que não quer começar um livro desta magnitude de tamanho para que não haja o famoso cansaço, o medo de querer esquecer tal história, porque ainda há muito o que ler. Mas não se preocupe, não há algo mais normal que isso!

Serão listadas abaixo dicas essenciais para quando o assunto em questão ser livros grandes.



Primeiro de tudo: aperte o cinto, pois a viagem é longa!
Antes de entrar nesta jornada em busca da finalização de um livro de maior tamanho, vale ter em mente que cada leitor tem o seu próprio jeito. Há os que leem mais depressa e, que mesmo o fazendo, não perdem nenhum detalhe da história, e também os leitores mais 'calmos', aqueles que o tempo é o seu melhor amigo. É de extrema importância que você saiba que cada coisa tem o seu tempo, saber em qual dessas categorias você se encaixa é o básico dos básicos! Não tente correr sua leitura se este não é seu estilo, não há essa necessidade disto só por causa da grossura da obra. O importante é aproveitar ao máximo cada página.

Segundo macete: conheça o seu livro em mãos e o seu gênero.
Acredite quando lhe escrevo: você não chegará nem na metade daquele livro enorme que todos estão comentando se esta obra for de um gênero literário que não combina em nada com você! É muito aconselhável que seja feita a escolha de um livro que tem uma história voltada para aquilo que você já é habituado a ler e também já ama. Escolher um título com um gênero que não chega nem perto dos seus maiores gostos, não ajudará para o encerramento da leitura do livro. Portanto, começar a ler uma saga como Guerra dos Tronos sendo que você tem desgosto por histórias de batalhas e de morte, é algo arriscado.

Terceira tática: se acostume aos poucos!
Outra forma arriscada de se aventurar no mundo dos livros cheinhos é o se jogar de cabeça. Quando você é alguém que costuma ler livros com número de páginas menor e então decide desafiar você mesmo a terminar uma obra grande, o resultado não irá variar muito do fracasso. O mais correto a ser feito é ir lendo em uma escala crescente de livros, do menor ao maior. Uma ótima pedida é uma saga de livros onde a primeira obra é de tamanho menor, e, ao decorrer de toda a história, os livros vão aumentando. Harry Potter é um belo exemplo para ser seguido.
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É isso, minha gente! Creio eu que essas são as principais dicas para se ler uma história de maior tamanho. Minha leitura do momento é Sob a Redoma, que trás consigo sua cota de 954 páginas, estas dicas não poderiam servir em melhor hora!
E com vocês, leitores? Quais são os seus macetes essenciais para ler livros grandes? Não deixe de expressar sua opinião!

sábado, 6 de dezembro de 2014

Herdeiro da Névoa por Raquel Pagno

HERDEIRO DA NÉVOA
de Raquel Pagno
256 páginas            Chiado Editora    
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Inácio Vaz mal podia acreditar no sonho que se realizava. Acabara de chegar à Paris com algumas moedas no bolso e a grande vontade de se tornar advogado. Depois de ser surpreendido pela beleza de Chloé Champoudry, enquanto esperava pela entrevista que lhe garantiria a bolsa de estudos na Sorbonne, e encantado pela garota dos cabelos de fogo, trocara equivocadamente Direito por Artes, para poder estar em sua companhia. Desesperado por ter abdicado do sonho, Inácio descobre que seu nome não consta em nenhuma das listas de matrículas. Disposto a esclarecer o mal entendido, não percebe que seus documentos foram trocados. O rosto na foto é seu, mas o nome, de outro. Stephen, seu colega de quarto, tenta convencê-lo a assumir a nova identidade. Os documentos pertencem ao herdeiro da dinastia Roux, um milionário desaparecido sem deixar rastros. Preso em um leque de mentiras e suspense, Inácio trava uma luta com sua própria consciência, enquanto apaixonado, procura pela garota que lhe roubara o coração. 



O que você faria se descobrisse que sua vida inteira não passou de uma mentira?
Lendo a sinopse de Herdeiro da Névoa, já percebemos que este é um livro com tudo para dar certo! Mistério, romance, traços de suspense... tudo aglomerado na história do personagem protagonista Inácio Vaz - ou devo chamá-lo de François Roux?

Esta obra de Raquel Pagno é ambientada na maravilhosa e sem igual Paris. É nesta cidade onde deparamo-nos com Inácio, aquele cuja vida é virada de cabeça para baixo, e tantos outros personagens, incluindo Chloé Champoudry, a garota dos cabelos cor de fogo e beleza avassaladora. Cada personagem com suas características próprias e seus segredos particulares, todos envoltos em uma trama que ganha cada vez mais seriedade a cada nova página que se apresenta.

A narrativa da autora não trás traços juvenis, porém é muito bem apresentada e muito bem descritiva. Digamos que ficar durante muito tempo preso a leitura não é uma tarefa difícil enquanto conhecemos mais a trama. Esta consegue ser bem aprimorada. No princípio da história, não são tantas as partes de tenção e emoção, estas estão muito bem preparadas para algumas páginas além. A apresentação dos personagens que englobam a história é o que toma parte do início. 
Tive a impressão, pelas palavras descritivas da autora, que esta seria uma leitura que remetia muito aos clássicos brasileiros. As palavras bem ajustadas, um conto em forma de quebra-cabeça, mas fácil de montar (entendem-me?).

Posso ser testemunha que o pensamento mais frequente que passa por nossa mente durante a leitura é: "Onde foi que Inácio Vaz foi se meter?". Percebemos logo o quanto o nosso protagonista envolve-se rápido com o romance, pois Inácio foi capaz de trocar sua faculdade por outra apenas para ficar perto da sua desejada, mas isso passa a ser só um detalhe perto de toda a confusão que estava para acontecer. Confusões que fundem-se com a morte.

É passando para as partes finais do livro que as surpresas ocorrem. A história se transforma totalmente! De um romance envolto em confusões, a obra passa a ser sobre ceitas do mal, sangue, traição e morte! Essa transformação é muito capaz de recear o leitor e fazê-lo duvidar do que está lendo, mas, aconselho aos leitores, não desistam! Vale a pena chegar ao fim e entender quem Inácio Vaz é e o que desencadeou toda sua série de azar.



terça-feira, 29 de julho de 2014

Meu blog é neutro em carbono!

Olá, minha gente! Como vão as leituras esta semana?
Hoje trago um post que não envolve necessariamente os livros, mas que também tem sua grande parcela de importância. Assim como eu, acho que vocês irão se interessar!

Por acaso, vocês sabem o que é dióxido de carbono?
Esta seria uma substância química formada por dois átomos de oxigênio e um carbono (CO2). O dióxido de carbono também é conhecido como gás carbônico.

E é aí onde entra a Gesto Verde, uma campanha sem fins lucrativos que tem como objetivo ajudar o meio ambiente. Aposto que muitos de vocês, assim como eu, não sabiam que um blog/site pode produzir quase 3,6kg de dióxido de carbono por ano! 

É por isso que o Gesto Verde lançou o desafio inicial de plantar 500 árvores em prol da diminuição do impactado ambiental. Após conquistar a parceria de 500 sites/blogs, o Gesto Verde lança agora um desafio ainda maior: plantar 1.000 árvores nativas no Brasil. Para isso, precisamos da participação de 1.000 sites/blogs, sendo que cada selo ou post sobre a campanha é revertido em uma árvore plantada pelo IBF.

Ou seja, cada post que nós blogueiros estivermos postando em relação a campanha, estará gerando plantios novos, por isso o post informativo é o método ideal para instruir os seus leitores sobre esse gesto tão simples e promotor do meio ambiente que a Guiato está proposta a realizar pela sociedade.

Meu Blog é neutro em CO2, neutralize o seu também. Saiba como.